Está nos hábitos, nas reações automáticas e nos acordos silenciosos entre as pessoas. O Método ICC é a metodologia própria de Simone Feuser para compreender esses padrões e trabalhar a partir deles.
O método parte de três áreas de conhecimento que estudam o mesmo tema por ângulos diferentes.
A psicanálise estuda o inconsciente: os desejos, medos, defesas e repetições que orientam o comportamento sem que a pessoa perceba. Ela mostra que muitas das nossas escolhas são regidas por comandos invisíveis, construídos ao longo da nossa história.
A neurociência estuda como o cérebro aprende, forma hábitos e reage a situações de ameaça ou de segurança. Ela explica por que repetimos padrões mesmo quando queremos agir diferente, e o que favorece uma mudança real.
O Direito regulamenta o comportamento humano nas relações de trabalho. Ele não é um fim em si mesmo: é mais uma face do mesmo tema. Muitos conflitos que chegam à Justiça começaram como padrões de comportamento que ninguém percebeu a tempo.
A maior parte do que fazemos acontece de forma automática, fora da nossa consciência. Com as empresas não é diferente. Toda organização tem regras que ninguém escreveu, mas que todos seguem: o que se pratica, o que se permite, o que se tolera, o que se evita dizer.
Esses padrões compartilhados formam o que chamamos de inconsciente coletivo corporativo. São eles que sustentam muitos dos resultados que a empresa deseja mudar, como os conflitos que se repetem, a comunicação que não flui ou a rotatividade que não se explica pelos números.
InconscienteOs padrões que operam de forma automática, sem que as pessoas percebam.
ColetivoPadrões que não pertencem a uma pessoa só, mas ao grupo e à forma como ele se relaciona.
CorporativoObservados no contexto da empresa, da sua cultura e das regras que regem o trabalho.
Muitas ferramentas trabalham no nível consciente: explicam regras, ensinam técnicas, definem procedimentos. Isso tem valor. Mas quando os padrões que sustentam um comportamento continuam os mesmos, ele tende a voltar, mesmo depois de um bom treinamento.
A psicanálise e a neurociência estão presentes em todas as etapas: na compreensão do problema, na investigação e na construção da solução.
Uma reunião para compreender a realidade da empresa, o contexto das pessoas envolvidas e o que se deseja mudar. Já nessa etapa, a escuta é orientada para identificar padrões, e não apenas sintomas.
Um instrumento construído especificamente para aquela situação, que investiga as causas raízes e os padrões inconscientes e automáticos que sustentam o problema.
Conforme o trabalhoRecomendações e ações construídas a partir do que foi identificado, que podem incluir mentorias, programas de formação, ajustes de comunicação e orientações jurídicas.
Conforme o trabalhoO método se adapta ao que a empresa precisa. Mesmo quando a contratação é pontual, como uma palestra sobre assédio, a leitura da realidade acontece por meio de uma conversa aprofundada, para que o conteúdo faça sentido para aquelas pessoas.
Uma empresa percebe que as informações se perdem, que há retrabalho e que as reuniões não terminam em decisões claras.
Ruído, mal-entendidos, retrabalho e desgaste entre as áreas. A primeira ideia costuma ser um treinamento de técnicas de comunicação.
As ações trabalham o que sustenta o ruído: a segurança para falar, os papéis de cada um, os acordos de comunicação e, quando necessário, as orientações jurídicas sobre registros e responsabilidades.
É a mesma base que orienta cada formato.
Comece com uma conversa. A partir dela, avaliamos juntos o melhor caminho.
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