O que desenvolvemos Formatos Como trabalhamos Depoimentos Sobre Material gratuito Newsletter Blog Fale conosco
← Voltar para Como trabalhamos
Método ICC · Inconsciente Coletivo Corporativo

Grande parte do que acontece em uma empresa não está escrito em lugar nenhum.

Está nos hábitos, nas reações automáticas e nos acordos silenciosos entre as pessoas. O Método ICC é a metodologia própria de Simone Feuser para compreender esses padrões e trabalhar a partir deles.

A base do método

Três olhares sobre o comportamento humano

O método parte de três áreas de conhecimento que estudam o mesmo tema por ângulos diferentes.

Psicanálise

O que não percebemos

Por que agimos assim?

A psicanálise estuda o inconsciente: os desejos, medos, defesas e repetições que orientam o comportamento sem que a pessoa perceba. Ela mostra que muitas das nossas escolhas são regidas por comandos invisíveis, construídos ao longo da nossa história.

Neurociência

Como o cérebro funciona

Por que é tão difícil mudar?

A neurociência estuda como o cérebro aprende, forma hábitos e reage a situações de ameaça ou de segurança. Ela explica por que repetimos padrões mesmo quando queremos agir diferente, e o que favorece uma mudança real.

Direito do Trabalho

A regra das relações

O que é esperado de cada um?

O Direito regulamenta o comportamento humano nas relações de trabalho. Ele não é um fim em si mesmo: é mais uma face do mesmo tema. Muitos conflitos que chegam à Justiça começaram como padrões de comportamento que ninguém percebeu a tempo.

Da pessoa para a empresa

Se cada pessoa tem um inconsciente, a cultura também tem

A maior parte do que fazemos acontece de forma automática, fora da nossa consciência. Com as empresas não é diferente. Toda organização tem regras que ninguém escreveu, mas que todos seguem: o que se pratica, o que se permite, o que se tolera, o que se evita dizer.

Esses padrões compartilhados formam o que chamamos de inconsciente coletivo corporativo. São eles que sustentam muitos dos resultados que a empresa deseja mudar, como os conflitos que se repetem, a comunicação que não flui ou a rotatividade que não se explica pelos números.

I

InconscienteOs padrões que operam de forma automática, sem que as pessoas percebam.

C

ColetivoPadrões que não pertencem a uma pessoa só, mas ao grupo e à forma como ele se relaciona.

C

CorporativoObservados no contexto da empresa, da sua cultura e das regras que regem o trabalho.

Por que ir além da superfície

Informar é importante. Mas nem sempre é suficiente para mudar.

Muitas ferramentas trabalham no nível consciente: explicam regras, ensinam técnicas, definem procedimentos. Isso tem valor. Mas quando os padrões que sustentam um comportamento continuam os mesmos, ele tende a voltar, mesmo depois de um bom treinamento.

Quando o trabalho fica na superfície

  • O foco está no sintoma visível
  • As pessoas sabem o que deveriam fazer
  • A mudança depende de lembrar da regra
  • Sob pressão, o comportamento antigo volta

Quando o trabalho considera os padrões

  • O foco está no que sustenta o sintoma
  • As pessoas entendem por que agem como agem
  • A mudança se apoia em novos hábitos e acordos
  • As transformações tendem a ser mais consistentes
Na prática

Como o método é aplicado

A psicanálise e a neurociência estão presentes em todas as etapas: na compreensão do problema, na investigação e na construção da solução.

1

Conversa aprofundada

Uma reunião para compreender a realidade da empresa, o contexto das pessoas envolvidas e o que se deseja mudar. Já nessa etapa, a escuta é orientada para identificar padrões, e não apenas sintomas.

2

Questionário personalizado

Um instrumento construído especificamente para aquela situação, que investiga as causas raízes e os padrões inconscientes e automáticos que sustentam o problema.

Conforme o trabalho
3

Plano de ação

Recomendações e ações construídas a partir do que foi identificado, que podem incluir mentorias, programas de formação, ajustes de comunicação e orientações jurídicas.

Conforme o trabalho

O método se adapta ao que a empresa precisa. Mesmo quando a contratação é pontual, como uma palestra sobre assédio, a leitura da realidade acontece por meio de uma conversa aprofundada, para que o conteúdo faça sentido para aquelas pessoas.

Um exemplo

Quando a comunicação não flui

Uma empresa percebe que as informações se perdem, que há retrabalho e que as reuniões não terminam em decisões claras.

O que se vê

O sintoma

Ruído, mal-entendidos, retrabalho e desgaste entre as áreas. A primeira ideia costuma ser um treinamento de técnicas de comunicação.

O que a leitura pode revelar

Os padrões

  • Receio de expor dúvidas ou discordâncias
  • Informações concentradas em poucas pessoas
  • Acordos que ninguém confirma em voz alta
  • Um histórico em que errar foi pouco tolerado
O que se faz

O plano

As ações trabalham o que sustenta o ruído: a segurança para falar, os papéis de cada um, os acordos de comunicação e, quando necessário, as orientações jurídicas sobre registros e responsabilidades.

O método está em todos os trabalhos

É a mesma base que orienta cada formato.

Quer entender o que está por trás de uma situação na sua empresa?

Comece com uma conversa. A partir dela, avaliamos juntos o melhor caminho.

Agendar uma conversa